“Tão rápido. Tão depressa. O amor é uma leve aranha que sobe
pelo teu peito nu de mulher. O amor é um animal violento que se apodera de nós.
Só em nós pode viver. O inesgotável, o imprevisível, o indomável. O que nos
proíbe de continuar. O que não pede nada em troca e tudo exige. A vertigem do
desconhecido. Tu sou eu e eu sou tu. No amor somos iguais, somos ninguém.”
Fica um pouco mais, O
mundo é tudo o que acontece
Pedro Paixão
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