terça-feira, 30 de abril de 2013

um acordar de mansinho - g. r. m.

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sento.me sobre a cama e espero que um copo de água me mate a sede do teu corpo/lança .uma vela apagada arde sobre o silêncio dos dias e faz.me companhia o vento que bate na janela do quarto .os símbolos de um amor vadio deixam sinais no meu corpo que se abre ao abandono como uma variação possível do estio que tarda já que a metafísica das horas se enquadra como nódoa no sono que me deixou há pouco .abro.me ao trilho das tuas mãos para qual pêssego maduro recortar.me na senda do desalinho onde o poema se escreve como prenúncio de novas alvoradas - Gabriela Rocha Martins

 

Termas do Vimeiro
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Inverno
 
 

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Primavera
 
 
 
praia de Porto Novo
 
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rio Alcabrichel
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1 comentário:

  1. Interessante!
    Com os meus cumprimentos.
    Paulo Pereira
    https://www.facebook.com/PauloSPPereira

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