sento.me
sobre a cama e espero que um copo de água me mate a sede do teu corpo/lança
.uma vela apagada arde sobre o silêncio dos dias e faz.me companhia o vento que
bate na janela do quarto .os símbolos de um amor vadio deixam sinais no meu
corpo que se abre ao abandono como uma variação possível do estio que tarda já
que a metafísica das horas se enquadra como nódoa no sono que me deixou há
pouco .abro.me ao trilho das tuas mãos para qual pêssego maduro recortar.me na
senda do desalinho onde o poema se escreve como prenúncio de novas
alvoradas - Gabriela Rocha Martins
Termas do Vimeiro
Inverno
Primavera
praia de Porto Novo
Interessante!
ResponderEliminarCom os meus cumprimentos.
Paulo Pereira
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