MMMMMMMM
http://youtu.be/Cr-Pl6oxekY
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Eduardo Paniagua: Poemas de la Alhambra (Andalusia - Spain - Arabic)
MMMM
http://youtu.be/g_ux-2e1FG0
http://youtu.be/g_ux-2e1FG0
Janine Jansen performs Bach's Adagio (First Sonata)
"Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana." - (Carl Jung)
MMMM
http://youtu.be/_0FEXtupkp0
MMMM
http://youtu.be/_0FEXtupkp0
Só vale a pena amar aquilo que não tem preço.
«Falar de sexualidade remete-me para uma viagem ao passado, recheada de episódios que me fazem chegar ao dia de hoje feliz por lhes ter sobrevivido. Entristece-me o quão cedo começou essa jornada na minha vida, o quão cedo o medo passou a ser a minha sombra – ou eu a sua, não sei bem. Não me lembro de ter dito sim uma única vez, de me terem dado a escolher entre aquilo ou brincar com as minhas bonecas mas, lamentavelmente, lembro-me de tudo o que não quero. Fui participante à força e tomada da mesma forma. Poupo os mais sensíveis dos pormenores feios, tristes, dilacerantes. Seja lá o que for que vos passe pela cabecinha, foi isso tudo, no mesmo pacote promocional. Digo apenas que ser criança e viver coisas de adultos é confuso, humilhante, rasga tudo por dentro, sobretudo o prazer genuíno de se ser criança e poder sorver o mundo sem medo de abraçar. Dói de tanto que dói.
Quem é pai, mãe, avô, tio ou convive regularmente com crianças pequenas sabe que há uma fase em que a simples visualização de um beijo entre duas pessoas adultas apaixonadas as faz, com um esgar de absoluta repulsa, dizer – e cito - “que nojo”. Para uma criança esse grau de contacto físico parece ofensivo e completamente desnecessário. Uma inocente manifestação de carinho causa repulsa mas a violência exercida sobre o corpo e a psique, que faz chorar a alma, é mil vezes pior. Descobrir em tenra idade que afinal os adultos são mesmo nojentos, que nos fazem descobrir funções da nossa anatomia que nunca imaginamos ter, que nos tocam de uma forma que faz doer e assusta, é viver entre bemóis e sustenidos de uma peça perversa, sem saber tocar um único instrumento. E sem duplos para as cenas perigosas. Aprendi cedo que os homens batem, massacram, torturam, mordem, gritam, choram. E que muita coisa pode durar anos a fio debaixo do olhar dos nossos protetores mas completamente fora do seu radar. Aprendi que o amor dói. Permiti que o silêncio que calou o grito da minha alma, albergasse durante décadas a minha sentida culpa sobre todos esses acontecimentos. O meu filtro masculino ficou finalmente conspurcado na sua capacidade de depurar. As mais doces palavras, o mais gentil dos sorrisos, o abraço mais caloroso, o maior “amor” do mundo, podiam ser todos parte de um falso cartão-de-visita de quem se anunciava apenas para, de seguida, entrar de rompante e varrer tudo à sua passagem.
No entanto, apesar de ter conhecido alguns espécimes masculinos que não recomendaria a ninguém, sempre senti uma certa urticária nas conversas rematadas com “os homens são todos iguais”. Recuso-me a acreditar na teoria de que os homens são todos desonestos, incapazes de viver em plenitude, com lealdade e em paz. Não posso dizer que sei o que é ser um homem e não posso opinar sobre a forma como se veem uns aos outros; mas sei o que é ser mulher. E, deste lado da barricada, afirmo sem qualquer hesitação que há mulheres e mulheres. Logo, há homens e homens. Há pessoas, formas de estar, de viver, de sentir o outro e a si próprio. E nenhuma dessas condições é apanágio de género, raça ou orientação sexual. Apesar das provas irrefutáveis da ciência que nos definem enquanto homens e mulheres, há valores como a lealdade que não estão circunscritos ao ADN masculino ou feminino.
Perguntaram-me uma vez como raio podia “defender” os homens quando a vida me havia mostrado que nenhum deles era “confiável”. Lenta e demoradamente, desfiz o claro equívoco. Em primeiro lugar, a amostra recolhida da minha história de vida não era suficiente para que eu considerasse todos os homens pouco merecedores da minha confiança. Em segundo lugar, a mesma vida que me tinha permitido viver tudo aquilo, também me havia brindado com a presença de bons homens, de almas que transcendiam a mediocridade do mundano e me tocavam, sem beliscar. Foi tudo isso que me impediu de amargar e desistir. Um dia conheci um homem que me mostrou, por A mais B, que alguém me podia amar, reciprocamente, com honestidade e paixão, durante anos a fio. Que me despiu sem violentar e me vestiu a alma, com um profundo carinho, quando os meus fantasmas insidiosamente a desnudavam. Um homem com quem eu não tinha de ter medo e viver em estado de constante alerta. Alguém para quem a fidelidade não era um dever mas sim uma escolha, a melhor de todas, quando se tem o melhor de tudo. Embora não estejamos juntos, estar-lhe-ei para sempre grata por me ter feito acreditar no amor até aos dias de hoje. Por isso, se homens me feriram, homens me salvaram da irreversibilidade autodecretada que dita o fim do amor e da esperança. Acredito que há homens e homens. Há mulheres e mulheres. Há pessoas magníficas no mundo, todos os dias feridas por gente para quem o centro do mundo é o seu próprio umbigo.
Não posso jamais afirmar que os homens são todos iguais porque devo a um homem o resgate da minha alma e a capacidade de continuar a sonhar. Devo a mais uns quantos homens a partilha genuína da amizade não adulterada e o restabelecer da confiança que purifica a pele e os afetos.
Escrevo hoje para esses homens, para que nunca deixem de ser quem são, para que tenham consciência do seu valor, mesmo que a vida também os magoe, aqui e ali. Obrigada por todos os dias me mostrarem que só vale a pena amar aquilo que não tem preço.»
Alexandra Vaz
Fonte:
milrazoes.blogs.sapo.pt/
http://youtu.be/6W-btva6BPU
Quem é pai, mãe, avô, tio ou convive regularmente com crianças pequenas sabe que há uma fase em que a simples visualização de um beijo entre duas pessoas adultas apaixonadas as faz, com um esgar de absoluta repulsa, dizer – e cito - “que nojo”. Para uma criança esse grau de contacto físico parece ofensivo e completamente desnecessário. Uma inocente manifestação de carinho causa repulsa mas a violência exercida sobre o corpo e a psique, que faz chorar a alma, é mil vezes pior. Descobrir em tenra idade que afinal os adultos são mesmo nojentos, que nos fazem descobrir funções da nossa anatomia que nunca imaginamos ter, que nos tocam de uma forma que faz doer e assusta, é viver entre bemóis e sustenidos de uma peça perversa, sem saber tocar um único instrumento. E sem duplos para as cenas perigosas. Aprendi cedo que os homens batem, massacram, torturam, mordem, gritam, choram. E que muita coisa pode durar anos a fio debaixo do olhar dos nossos protetores mas completamente fora do seu radar. Aprendi que o amor dói. Permiti que o silêncio que calou o grito da minha alma, albergasse durante décadas a minha sentida culpa sobre todos esses acontecimentos. O meu filtro masculino ficou finalmente conspurcado na sua capacidade de depurar. As mais doces palavras, o mais gentil dos sorrisos, o abraço mais caloroso, o maior “amor” do mundo, podiam ser todos parte de um falso cartão-de-visita de quem se anunciava apenas para, de seguida, entrar de rompante e varrer tudo à sua passagem.
No entanto, apesar de ter conhecido alguns espécimes masculinos que não recomendaria a ninguém, sempre senti uma certa urticária nas conversas rematadas com “os homens são todos iguais”. Recuso-me a acreditar na teoria de que os homens são todos desonestos, incapazes de viver em plenitude, com lealdade e em paz. Não posso dizer que sei o que é ser um homem e não posso opinar sobre a forma como se veem uns aos outros; mas sei o que é ser mulher. E, deste lado da barricada, afirmo sem qualquer hesitação que há mulheres e mulheres. Logo, há homens e homens. Há pessoas, formas de estar, de viver, de sentir o outro e a si próprio. E nenhuma dessas condições é apanágio de género, raça ou orientação sexual. Apesar das provas irrefutáveis da ciência que nos definem enquanto homens e mulheres, há valores como a lealdade que não estão circunscritos ao ADN masculino ou feminino.
Perguntaram-me uma vez como raio podia “defender” os homens quando a vida me havia mostrado que nenhum deles era “confiável”. Lenta e demoradamente, desfiz o claro equívoco. Em primeiro lugar, a amostra recolhida da minha história de vida não era suficiente para que eu considerasse todos os homens pouco merecedores da minha confiança. Em segundo lugar, a mesma vida que me tinha permitido viver tudo aquilo, também me havia brindado com a presença de bons homens, de almas que transcendiam a mediocridade do mundano e me tocavam, sem beliscar. Foi tudo isso que me impediu de amargar e desistir. Um dia conheci um homem que me mostrou, por A mais B, que alguém me podia amar, reciprocamente, com honestidade e paixão, durante anos a fio. Que me despiu sem violentar e me vestiu a alma, com um profundo carinho, quando os meus fantasmas insidiosamente a desnudavam. Um homem com quem eu não tinha de ter medo e viver em estado de constante alerta. Alguém para quem a fidelidade não era um dever mas sim uma escolha, a melhor de todas, quando se tem o melhor de tudo. Embora não estejamos juntos, estar-lhe-ei para sempre grata por me ter feito acreditar no amor até aos dias de hoje. Por isso, se homens me feriram, homens me salvaram da irreversibilidade autodecretada que dita o fim do amor e da esperança. Acredito que há homens e homens. Há mulheres e mulheres. Há pessoas magníficas no mundo, todos os dias feridas por gente para quem o centro do mundo é o seu próprio umbigo.
Não posso jamais afirmar que os homens são todos iguais porque devo a um homem o resgate da minha alma e a capacidade de continuar a sonhar. Devo a mais uns quantos homens a partilha genuína da amizade não adulterada e o restabelecer da confiança que purifica a pele e os afetos.
Escrevo hoje para esses homens, para que nunca deixem de ser quem são, para que tenham consciência do seu valor, mesmo que a vida também os magoe, aqui e ali. Obrigada por todos os dias me mostrarem que só vale a pena amar aquilo que não tem preço.»
Alexandra Vaz
Fonte:
milrazoes.blogs.sapo.pt/
http://youtu.be/6W-btva6BPU
Mysterious Island (1961) (pt)
MMMMMM
Durante a Guerra Civil nos EUA, prisioneiros de guerra da União fogem em um balão e acabam presos numa ilha do Pacifico Sul, habitadas por animais e plantas gigantes -- Baseado na obra de Jules Verne - Titulo Original: Mysterious Island (1961)
http://www.youtube.com/watch?v=TfPDsV... http://youtu.be/TfPDsVFk7uQ
Durante a Guerra Civil nos EUA, prisioneiros de guerra da União fogem em um balão e acabam presos numa ilha do Pacifico Sul, habitadas por animais e plantas gigantes -- Baseado na obra de Jules Verne - Titulo Original: Mysterious Island (1961)
http://www.youtube.com/watch?v=TfPDsV... http://youtu.be/TfPDsVFk7uQ
Arvo Pärt: Contemporary Composition - Fratres for Cello and Piano
MMMMMMMMMMM
http://youtu.be/zuAQ7j7EQV4
http://youtu.be/zuAQ7j7EQV4
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Dhafer Youssef -Whirling Birds Ceremony- Last track from new album Birds Requiem
MMMM
http://youtu.be/ePPncJKUoGo
http://youtu.be/ePPncJKUoGo
the Murder Of Crows
the Murder Of Crows
What an incredible, immersive sound work by Janet Cardiff and George Bures Miller - very filmic. It's currently installed in the former drill hall of the Park Avenue Armory in New York which is a particularly atmospheric setting for the piece (not the same venue as the youtube clip). I really liked the fact that you experience the work differently depending on where you are and how you move around the room.
Six short excerpts from a 30 minute audio installation by Janet Cardiff and George Bures Miller. Here it is seen installed at the Hamburger Bahnhof-Museum für Gegenwart in Berlin, Germany in the spring of 2009.
Ninety-eight audio speakers fill the space, mounted on stands, chairs, and hung from the the roof. The structure of the piece tries to mirror that of the illogical but connected juxtapositions that people experience in the dream world. One soundscape moves into another; an electronic dreamscape composition shifting into sound effects such as factory noises, crashing waves or birds wings and then into a guitar and strings composition then into a choir sequence and marching band. Intermingled with this are 3 horrific dreams narrated by Janet's voice coming out of the central gramophone horn.
This installation was made possible with the generous support of Thyssen-Bornemisza Art Contemporary, Vienna, Freunde Guter Musik e.V. Berlin, The Canada Council, and Bowers & Wilkins Speakers.
Credits:
Compositions
Lightness and Weight: composed by Frieda Abtan (not heard in this clip)
Traditional Tibetan Prayer: performed by the Nuns from Thrangu Tara Abbey, Kathmandu, Nepal (1st clip)
Bad Foot March: composed by Tilman Ritter, Orion Miller, J. Cardiff and G. B. Miller (2nd Clip)
The Sacred War: composed by Aleksandr Aleksandrov, words: Vasily Lebedev-Kumach (3rd Clip)
Murder of Crows Aria: music: Tilman Ritter, words: J. Cardiff and G.B. Miller (6th clip)
Dread: composed by Tilman RItter (not heard in this clip)
Crows Did Fly (Kathmandu Lullaby): composed by George Bures Miller (not heard in this clip)
Guitars: Orion Miller, Jeff Person, Titus Maderlechner
Bass: Orissa Miller
Drums: Titus Maderlechner
Piano: Tilmann Ritter
Singers: Michael Mueller, Sophia Brickwell, Ana Pinto, Anna Retczak, Alexander Steinbrecher, Urmas Pevgonen, Sergej Prjahin, Sergej Shafranovich, Valerij Pysarenko, Dmitri Plotnikov, Nikolaj Pavlenko, Andrej Malynk
All orchestral arrangements by Tilman Ritter, performed by the Babelsberg Film Orchestra, conducted by Günter Joseck,
Choir conducted by Victor Skriptchenko ("Sacred War") and Tilmann Ritter ("Aria")
Additional Orchestration: Thomas Stöwer
Recording, sound mixing and sound design: Titus Maderlechner
http://youtu.be/CKBxLX7bZZQ No Need To Worry
What an incredible, immersive sound work by Janet Cardiff and George Bures Miller - very filmic. It's currently installed in the former drill hall of the Park Avenue Armory in New York which is a particularly atmospheric setting for the piece (not the same venue as the youtube clip). I really liked the fact that you experience the work differently depending on where you are and how you move around the room.
Six short excerpts from a 30 minute audio installation by Janet Cardiff and George Bures Miller. Here it is seen installed at the Hamburger Bahnhof-Museum für Gegenwart in Berlin, Germany in the spring of 2009.
Ninety-eight audio speakers fill the space, mounted on stands, chairs, and hung from the the roof. The structure of the piece tries to mirror that of the illogical but connected juxtapositions that people experience in the dream world. One soundscape moves into another; an electronic dreamscape composition shifting into sound effects such as factory noises, crashing waves or birds wings and then into a guitar and strings composition then into a choir sequence and marching band. Intermingled with this are 3 horrific dreams narrated by Janet's voice coming out of the central gramophone horn.
This installation was made possible with the generous support of Thyssen-Bornemisza Art Contemporary, Vienna, Freunde Guter Musik e.V. Berlin, The Canada Council, and Bowers & Wilkins Speakers.
Credits:
Compositions
Lightness and Weight: composed by Frieda Abtan (not heard in this clip)
Traditional Tibetan Prayer: performed by the Nuns from Thrangu Tara Abbey, Kathmandu, Nepal (1st clip)
Bad Foot March: composed by Tilman Ritter, Orion Miller, J. Cardiff and G. B. Miller (2nd Clip)
The Sacred War: composed by Aleksandr Aleksandrov, words: Vasily Lebedev-Kumach (3rd Clip)
Murder of Crows Aria: music: Tilman Ritter, words: J. Cardiff and G.B. Miller (6th clip)
Dread: composed by Tilman RItter (not heard in this clip)
Crows Did Fly (Kathmandu Lullaby): composed by George Bures Miller (not heard in this clip)
Guitars: Orion Miller, Jeff Person, Titus Maderlechner
Bass: Orissa Miller
Drums: Titus Maderlechner
Piano: Tilmann Ritter
Singers: Michael Mueller, Sophia Brickwell, Ana Pinto, Anna Retczak, Alexander Steinbrecher, Urmas Pevgonen, Sergej Prjahin, Sergej Shafranovich, Valerij Pysarenko, Dmitri Plotnikov, Nikolaj Pavlenko, Andrej Malynk
All orchestral arrangements by Tilman Ritter, performed by the Babelsberg Film Orchestra, conducted by Günter Joseck,
Choir conducted by Victor Skriptchenko ("Sacred War") and Tilmann Ritter ("Aria")
Additional Orchestration: Thomas Stöwer
Recording, sound mixing and sound design: Titus Maderlechner
http://youtu.be/CKBxLX7bZZQ No Need To Worry
Murder of Crows
MMMMM
This is from the first ever show by the duo known as "The Murder of Crows." The murder, which consists of Alan Sparhawk and Gaelynn Lea, usually plays long, wilting, (mostly) instrumentals that somehow engage the mind and soul in ways that cannot be explained. The result of this musical alchemy is a life-altering experience that binds the audience and performers to an unforgetable moment in time. If you would like to create a moment of your own, the Murder and Mary Bue will be playing a monumental show at the Amazing Grace Bakery and Cafe on Feb. 3rd at 8pm. I've already purchased my tickets. Why haven't you? This amazing musical experience was filmed at Beaners Central in Duluth, MN by Little Shooters Documentary and Film, and edited by Little Shooters. Front End sound, and Mastered Audio was provided by Mike Guello, while Dan Dresser engineered the audio recording. To fully enjoy this video, be sure to watch in 720P HD mode. If you like what I post, come and visit Beaners Central in Duluth, MN. Live music is available Wednesday, Friday, and Saturday night, not to mention random shows from time to time. With the great drinks, fantastic food, and charming staff, there is no reason to avoid this pillar of the Duluth music scene. To learn what shows are on the horizon,,
visit http://www.beanerscentral.com/
http://youtu.be/5xeypONwIZM
This is from the first ever show by the duo known as "The Murder of Crows." The murder, which consists of Alan Sparhawk and Gaelynn Lea, usually plays long, wilting, (mostly) instrumentals that somehow engage the mind and soul in ways that cannot be explained. The result of this musical alchemy is a life-altering experience that binds the audience and performers to an unforgetable moment in time. If you would like to create a moment of your own, the Murder and Mary Bue will be playing a monumental show at the Amazing Grace Bakery and Cafe on Feb. 3rd at 8pm. I've already purchased my tickets. Why haven't you? This amazing musical experience was filmed at Beaners Central in Duluth, MN by Little Shooters Documentary and Film, and edited by Little Shooters. Front End sound, and Mastered Audio was provided by Mike Guello, while Dan Dresser engineered the audio recording. To fully enjoy this video, be sure to watch in 720P HD mode. If you like what I post, come and visit Beaners Central in Duluth, MN. Live music is available Wednesday, Friday, and Saturday night, not to mention random shows from time to time. With the great drinks, fantastic food, and charming staff, there is no reason to avoid this pillar of the Duluth music scene. To learn what shows are on the horizon,,
visit http://www.beanerscentral.com/
http://youtu.be/5xeypONwIZM
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Outono das tardes silenciosas...
Caem as folhas mortas sobre o lago.
Na penumbra outonal, não sei quem tece
As rendas do silêncio...olha anoitece
-Brunas longínquas do País vago
Veludos a ondear... Mistério mago...
Encantamento...A hora que não esquece,
A luz que a pouco e pouco desfalece,
Que lança em mim a bênção dum afago.
Outono dos crepúsculos doirados,
De púrpuras, damascos e brocados.
Vestes a Terra inteira de esplendor.
Outono das tardes silenciosas,
Das magníficas noites voluptuosas
Em que soluço a delirar de amor.
Florbela Espanca
MMMMMMMM
http://youtu.be/lidlEmg2BEw
Na penumbra outonal, não sei quem tece
As rendas do silêncio...olha anoitece
-Brunas longínquas do País vago
Veludos a ondear... Mistério mago...
Encantamento...A hora que não esquece,
A luz que a pouco e pouco desfalece,
Que lança em mim a bênção dum afago.
Outono dos crepúsculos doirados,
De púrpuras, damascos e brocados.
Vestes a Terra inteira de esplendor.
Outono das tardes silenciosas,
Das magníficas noites voluptuosas
Em que soluço a delirar de amor.
Florbela Espanca
MMMMMMMM
http://youtu.be/lidlEmg2BEw
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
CSO Verdi Requiem - October 10, 2013
MMMMMMMM
(versos de Francisco José Craveiro de Carvalho)
Quando a vedeta acusou
o marido matemático
de maus tratos
subiram ao palco
todos os alvoroçados.
A ex-mulher
em papel secundário claro
correspondeu com empenho.
Separar-se fora um erro.
Descobrira gostar de um homem
que a sovasse.
(para Teresa Martins Marques
Music Director Riccardo Muti, continuing the great Italian operatic conducting tradition, leads the combined forces of the Chicago Symphony Orchestra and Chorus in concerts celebrating Verdi's 200th birthday.
http://youtu.be/lMWQBwFb98Q
(versos de Francisco José Craveiro de Carvalho)
Quando a vedeta acusou
o marido matemático
de maus tratos
subiram ao palco
todos os alvoroçados.
A ex-mulher
em papel secundário claro
correspondeu com empenho.
Separar-se fora um erro.
Descobrira gostar de um homem
que a sovasse.
(para Teresa Martins Marques
Music Director Riccardo Muti, continuing the great Italian operatic conducting tradition, leads the combined forces of the Chicago Symphony Orchestra and Chorus in concerts celebrating Verdi's 200th birthday.
http://youtu.be/lMWQBwFb98Q
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