O espectador que reage à máscara parece identificar aquilo que ela projecta como algo familiar. Podemos assumir que, à semelhança do rosto, a Máscara traz a recognição de um suporte de sentido (GIL, 1997:164)
“Dès que l´on chausse
une masque on a l´impression d´une dilatation du temps et de l´espace, les
dimensions grandissent, l´imagination se manifeste avec plus d´audace. Le masque
devient responsable à votre place."
(Krejca, 1985 :203)
“As linhas de uma máscara devem ser poucas e simples; a abundância de detalhes torna a máscara ilegível à distância (…). Uma máscara que aparece por trinta segundos numa personagem silenciosa pode, se absolutamente necessário, ser complexa; mas uma máscara que tem de ser habitada por um actor representando uma personagem que fala, comporta-se, ouve e reflecte as suas emoções, deve ter linhas simples, planos que captem bem a iluminação, a intersecção de planos bem limpa e contornos precisos.”(CORDREAUX, 1946:14).
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